Dúvidas frequentes
As perguntas que mais chegam antes do primeiro contato. Se a sua não estiver aqui, é só escrever.
Antes de começar
Nada aqui exige que você já saiba explicar o que está sentindo.
Preciso estar em crise para procurar terapia?
Não. A maior parte das pessoas chega sem uma crise definida, com um incômodo que se repete ou a sensação de que algo precisa de atenção. Não é preciso ter um diagnóstico nem uma explicação pronta para começar.
Como sei se o trabalho faz sentido para mim?
Só se sabe depois de conversar. Por isso o primeiro contato não tem compromisso de continuidade: é uma conversa para entender o que você procura e dizer, com honestidade, se é isso que o trabalho pode oferecer.
O que acontece na primeira sessão?
É uma conversa para se conhecerem. Você conta o que está acontecendo, no seu tempo, e Rebeca começa a entender o que faz sentido trabalhar. Ninguém precisa chegar com um plano pronto.
Preciso falar de algo específico já no primeiro contato?
Não. Você conta o que conseguir, do jeito que conseguir. O que não for dito agora pode aparecer depois, quando houver confiança suficiente.
Formatos e quem é atendido
O mesmo cuidado em contextos diferentes: na sala, pela tela e em grupo.
O atendimento é presencial ou online?
Os dois. Presencial para quem está perto e prefere o encontro na sala. Online por videochamada, para quem tem uma rotina difícil de encaixar ou mora em outra cidade, outro estado, outro país.
Você atende crianças e adolescentes?
Sim. O trabalho com crianças a partir de 5 anos inclui quem cuida delas, porque a mudança acontece na relação. Com adolescentes, o espaço é mais reservado, para que possam falar sem a presença dos pais na sala.
Como funcionam os grupos de mulheres?
São encontros com tema e data definidos, em um círculo com outras mulheres. O convívio com os pares costuma acelerar o que a sessão individual leva mais tempo para alcançar.
Datas do próximo grupo ainda não definidas. Assim que Rebeca fechar o tema e o calendário, eles aparecem na página de cursos.
O atendimento bilíngue funciona para quem mora fora do país?
Sim. As sessões acontecem em português ou em inglês, no seu fuso, para brasileiros e estrangeiros que querem ser entendidos sem traduzir o que sentem.
Sigilo e valores
Duas coisas que costumam pesar na decisão, tratadas com clareza desde o início.
Tudo o que eu disser fica em sigilo?
Sim. O sigilo é uma obrigação ética da profissão, não uma cortesia. O que é dito na sessão não sai dela, salvo nas situações previstas em lei e no código de ética, que existem justamente para proteger quem é atendido.
Quanto custa?
As consultas são sob consulta, porque o valor varia conforme o formato e a frequência. Você recebe essa informação antes de fechar qualquer coisa, sem surpresa depois.
Os valores mudam conforme o formato?
Sim. Presencial, online e grupos têm condições diferentes, e a frequência combinada também entra na conta. Por isso o valor é informado caso a caso, antes de qualquer fechamento.
O sigilo não é uma formalidade. É o que permite que você fale sem medir as palavras.
Cursos e materiais
Os conteúdos digitais seguem o mesmo cuidado do atendimento, em outro formato.
Quando os cursos ficam disponíveis?
Ainda não há data. Os conteúdos estão em preparação e dependem da plataforma de venda que será escolhida para o site. Quem quiser pode escrever e ser avisado em primeira mão.
Loja ainda não aberta. Preços, datas e formas de pagamento serão publicados na página de cursos assim que estiverem definidos.
Os materiais substituem a terapia?
Não. Eles são um complemento: ajudam a entender o que se sente e a organizar o que aparece entre uma sessão e outra. O acompanhamento continua sendo o lugar do trabalho mais próximo.
Ficou alguma dúvida?
Se a sua pergunta não está aqui, escreva do jeito que ela veio. Não existe pergunta pequena demais para começar.